"O encanto grandioso e delicado da Cristandade não provém tanto do que ela realizou, como da harmonia profunda e da veracidade cintilante dos princípios sobre os quais ela construiu". Graças a Igreja Católica a mulher foi elevada a uma dignidade nunca antes atingida. Essas mulheres virtuosas também contribuíram para a grandeza da Cristandade. Aquelas glorificadas pela Igreja, o foram para que as mulheres de todos os tempos as tomassem como exemplo.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Santa Brígida da Irlanda - Festejada 1o. de fevereiro
Santas do mês de fevereiro
fev 01 Beata Ana Michelotti, Fundadora MR fev 01 Beatas Maria Ana Vaillot e 46 comp. Mártires MR fev 01 Santa Bárbara Ch'oe Yong-i, Mártir de Seul, Coréia 1840 MR fev 01 Santa Brígida da Irlanda (de Cell Dara) Abadessa MR fev 01 Santa Verdiana (ou Veridiana), Virgem e reclusa MR fev 02 Beata Maria Domingas Mantovani (Josefina da Imaculada) Fundadora MR fev 02 Santa Adeloga de Kitzingen, Abadessa fev 02 Santa Catarina de Ricci, Virgem MR fev 02 Santa Joana de Lestonnac MR fev 02 Beata Maria Catarina Kasper, Fundadora MR fev 03 Beata Josefina Vannini, Fundadora MR fev 03 Beata Maria Ana Rivier, Fundadora MR fev 03 Beata Maria Helena Stollenwerk, Fundadora MR fev 03 Santa Ana, Viúva e profetisa MR fev 03 Santa Berlinda de Meerbeke MR fev 03 Santa Claudina Thevenet (Maria de S. Inácio), Religiosa MR fev 03 Santa Vereburga. Abadessa MR fev 04 Santa Joana de Valois, Rainha da França, religiosa MR fev 05 Beata Elisabete Canori Mora, Esposa MR fev 05 Beata Eulália Pinos, Viúva fev 05 Beata Francisca Meziere, Virgem e mártir MR fev 05 Santa Ágata Virgem e mártir MR fev 05 Santa Alice (Adelaide) de Vilich, Abadessa MR fev 06 Beata Hildegundes, Monja premostratense fev 06 Beata Teresa Fernandez, Virgem mercedária fev 06 Santa Doroteia de Alexandria fev 06 Santa Doroteia e Teófilo, Mártires de Cesárea de Capadocia MR fev 06 Santa Renilda, Abadessa MR fev 07 Beata Ana Maria Adorni, Fundadora fev 07 Beata Eugênia Smet (Maria da Providência) MR fev 07 Beata Rosália Rendu, Virgem MR fev 07 Santa Juliana, Viúva MR fev 08 Beata Josefina Gabriella Bonino MR fev 08 Santa Cointa de Alexandria Mártir MR fev 08 Santa Josefina Bakhita, Virgem MR fev 09 Beata Ana Catarina Emmerick, Mística, religiosa fev 09 Santa Apolônia, Virgem e mártir MR fev 10 Beata Clara Agolanti de Rimini, Clarissa MR fev 10 Beata Eusébia PalominoYenes, Religiosa MR fev 10 Santa Austraberta, Abadessa de Pavilly MR fev 10 Santa Escolástica, Virgem MR fev 11 Santa Elisa (Eloisa, lat. Helvisa), Reclusa fev 11 Santa Sotera, Virgem e mártir MR fev 12 Beata Umbelina, Abadessa MR fev 13 Beata Cristina de Spoleto MR fev 13 Beata Eustáquia (Lucrecia) Bellini de Pádua, Virgem MR fev 13 Santa Juliana, Leiga venerada em Turim fev 13 Santa Zoé de Cesareia (séc. V) e S. Fotino, seu esposo, mártires fev 13 Santas Fosca e Maura, Mártires fev 14 Santa Alexandra do Egito, Reclusa Penitente fev 15 Santa Geórgia, Virgem MR fev 16 Beata Filipa Mareri MR fev 16 Santa Juliana de Nicomedia, Virgem e mártir MR fev 18 Santa Constância de Vercelli fev 18 Santa Exúpera de Vercelli fev 18 Santa Gertrudes Comensoli, Fundadora MR fev 19 Beata Elisabete de Mântua (Bartolomea Picenardi) Virgem MR fev 19 Santa Lúcia Yi Zhenmei Catequista chinesa, mártir MR fev 20 Beata Amada (de Corano) de Assis fev 20 Beata Jacinta Marto, Vidente de Fátima MR fev 20 Beata Júlia Rodzinska, Dominicana, mártir MR fev 21 Beata Maria Henriqueta Dominici, Virgem MR fev 21 Santa Eleonora, Rainha da Inglaterra fev 22 Beata Isabela de França, Princesa MR fev 22 Beata Maria de Jesus (Emilia d’Oultremont d’Hooghvorst), Fundadora MR fev 22 Santa Margarida de Cortona, Religiosa MR fev 23 Beata Rafaela Ybarra, Fundadora MR fev 23 Santa Milburga, Abadessa MR fev 23 Santa Romana, Venerada em Todi fev 24 Beata Ascensão do Coração de Jesus, Co-fundadora fev 24 Beata Berta de Busano, Abadessa fev 24 Beata Josefa Naval Girbès, Leiga MR fev 25 Beata Cecília, Dominicana fev 25 Beata Maria Adeodata Pisani MR fev 25 Beata Maria Ludovica De Angelis, Missionária fev 25 Santa Aldetrude, Abadessa fev 25 Santa Valburga, Abadessa de Heidenheim MR fev 26 Beata Piedade da Cruz Ortiz Real MR fev 26 Santa Paula de S. José de Calazans, Fundadora das Filhas de Maria MR fev 27 Beata Caridade (Ma Josefa Carolina Brader) Fundadora MR fev 27 Beata Francisca Ana da Virgem Dolorosa, Fundadora MR fev 27 Beata Maria de Jesus Deluil-Martiny MR fev 27 Santa Ana Line, Mártir MR fev 27 Santa Honorina, Mártir MR fev 28 Beata Antonia de Firenze, Abadessa MR fev 28 Santas Marana e Cira, Virgens MR
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
São João Bosco encontra pela primeira vez sua nobre protetora
Hoje a Igreja comemora, entre outros, o grande São João Bosco. O episódio abaixo é um dos encantadores fatos de sua vida laboriosíssima. S. João Bosco, rogai por nós!
Juliette Colbert, nascida na Vendée, França, casou-se com o Marquês Tancredi Falletti de Barolo, e dela se pode dizer o que lemos de Tabita nos Atos dos Apóstolos: "Esta mulher se dedicou às boas obras e às ações de caridade". Realmente, ela usou seus bens abundantes para ajudar as classes trabalhadoras e os pobres. Uma mulher generosíssima e diligente, ela costumava dizer: "Tudo que damos para a caridade nunca é perdido. Não é preciso manter-se informado sobre o que nós demos. Deus tomará conta".
Ela gostava de visitar a prisão feminina onde, com autorização oficial, ela permanecia por três a quatro horas toda manhã. Ali ela suportava insultos e por vezes estouros temperamentais. Ela aceitava estas humilhações, rezava e levava outras a rezar, dava generosas esmolas, e foi capaz de transformar aquelas criaturas rudes em mulheres arrependidas e resignadas.
A pedido do Rei Carlos Felix ela trouxera para Turim as Irmãs do Sagrado Coração para trabalharem na educação das meninas da classe alta, e colocou à disposição delas uma casa de campo grande e magnífica, não muito distante de Turim.
Dom Bosco, um homem que apreciava as ações da nobreza, soube muito bem que quando a epidemia de cólera varreu Turim, em 1835, esta senhora magnânima, que estava de férias perto de Moncalieri, voltou para a cidade e cuidou continuamente dos doentes nas próprias casas e nos hospitais, consolou os moribundos e prometeu cuidar de suas pobres viúvas e filhos, o que ela fielmente cumpriu.
A venerável senhora estava então com 60 anos de idade. No primeiro encontro Dom Bosco detectou uma grande humildade sob sua majestosa figura, e percebeu que sua postura reservada e nobre era mesclada com a afabilidade e a gentileza de uma mãe e de uma senhora caridosa. Ele ficou satisfeito com esta primeira entrevista.
(The Biographical Memoirs of Saint John Bosco, by Fr. Giovanni Battista Lemoyne, 1839-1916)
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Santa Jacinta Marescotti, Padroeira de Viterbo - Festa 30 de janeiro
Clarice de Marescotti era filha de Marcantonio Marescotti e Otávia Orsini, Condessa de Vignanello, localidade próxima de Viterbo, Itália, onde nasceu provavelmente no dia 16 de março de 1585.De seus pais recebeu profunda formação religiosa. Entretanto, atingindo a adolescência, Clarice, nobre, bela, tornou-se vaidosa e mundana, buscando apenas divertir-se. Sua preocupação passou a ser vestidos, adornos, entretenimentos e um casamento digno de sua classe social.Seu pai se preocupava muito com a salvação da filha. Resolveu mandá-la para o convento onde já estava sua irmã mais velha, que lá era um exemplo de virtude. Clarice foi de má vontade, mas como terceira franciscana, pois alimentava o desejo de sair dele o mais rápido possível para voltar à vida de antes. Tanto insistiu que o pai acabou cedendo.Mas fora ela não encontrou o que esperava: nenhum casamento apareceu e Clarice viu ainda sua irmã mais nova, Hortência, casar-se com o marquês romano Paulo Capizucci e ela ficar para trás.Por insistência da família ela retornou àquele mesmo convento das religiosas da Ordem Terceira Franciscana regular, desta vez como freira, tomando o nome de Jacinta.Mas, julgando ela que as celas das freiras eram muito pequenas e pobres, mandou construir uma especial para si, de acordo com sua posição social. Sua cela parecia um bazar pelos luxuosos adornos. Aquilo poderia ficar bem num palácio, destoava do ambiente do convento. Sua piedade é tíbia; a mortificação prescrita, um tédio; até recebe as admoestações com desprezo. Por dez anos levou no convento uma vida mundana.Quando completou 30 anos, chegou a hora de Deus e surgiu potente a nobre e católica linhagem que levava dentro de si. Uma grave doença a faz refletir sobre o fogo do Purgatório e do Inferno; tremeu de terror e clamou pelo confessor.O Pe. Antônio Biochetti, virtuoso sacerdote, foi atender a doente. Mas, entrando naquele quarto luxuoso recusou-se atender a confissão da freira, dizendo que o Paraíso não era feito para os soberbos. Chorando perguntou-lhe: "Então não há mais salvação para mim?". "Sim — respondeu o religioso — contanto que deixe esses vãos adornos, essas vestimentas suntuosas, e se torne humilde, piedosa, esqueça o mundo e pense só nas coisas do Céu".Na manhã seguinte, após ter trocado sua roupa de seda por um pobre hábito, Jacinta fez sua confissão geral com um verdadeiro arrependimento. Depois, no refeitório, aplicou-se forte disciplina diante das irmãs e pediu-lhes perdão pelos maus exemplos que havia dado.Nova enfermidade fez com que a ruptura com a vida antiga fosse total. Entregou tudo o que possuía para a superiora e revestiu-se com a mortalha de uma freira que acabava de morrer. Fez o propósito de romper com tudo aquilo que lhe lembrava a antiga vida. Desde então passou a ser chamada de Jacinta de Santa Maria e não mais de Marescotti.Trocou sua cama por um feixe de lenha, tendo uma pedra como travesseiro; mortificava-se dia e noite, tomando tão ásperas disciplinas, que o solo de sua cela ficava manchado de sangue. Às sextas-feiras, em memória da sede que Nosso Senhor sofreu na Paixão, colocava um punhado de sal na boca. Sua alimentação passou a ser pão e água. Durante a Quaresma e o Advento, vivia de verduras e raízes apenas cozidas na água.Considerando-se como a pior pecadora, escolheu para patronos santos que tinham ofendido a Deus antes de se converterem, como Santo Agostinho, Santa Maria Egipcíaca e Santa Margarida de Cortona. Era devota do Arcanjo São Miguel, amava a contemplação da Paixão de Jesus Cristo, a Missa a levava às lágrimas, as imagens da Virgem Santíssima eram seu refúgio.Procurava toda ocasião para se humilhar. Às vezes ia ao refeitório com uma corda ao pescoço, ajoelhava-se diante das freiras, beijava-lhes os pés pedindo perdão pelos maus exemplos passados.Ela escreveu a uma religiosa: "Há 14 anos que eu mudei de vida. Durante esse tempo eu rezei algumas vezes quarenta horas seguidas, assisti todos os dias a várias missas, e me encontro ainda longe da perfeição. Quando poderei servir meu Deus como Ele merece? Reze por mim, minha amiga, para que o Senhor me dê ao menos a esperança".Embora se considerasse a mulher mais pecadora, a nomeiam subpriora e mestra de noviças. E a fama de suas virtudes propaga-se por toda a região. Deus recompensou sua fiel serva com dons extraordinários como o de profecia, milagres, conhecer os corações, ser instrumento de conversões e frequentes êxtases.A conversão de Francisco Pacini, célebre por seus desmandos, tornou-se famosa. Ouvindo falar dele, a Santa fez jejuns e orações por sua conversão. Convencido por um amigo convertido por Jacinta, Pacini vai ao convento falar com ela. No parlatório, diante daquela pobre freira, começou a tremer e à medida que ela falava, ele foi se transformando, caiu de joelhos e prometeu confessar-se.No domingo seguinte, o da Paixão, com os pés descalços e uma corda no pescoço, Pacini, no meio da Igreja pediu perdão a todos por seus crimes e escândalos. Mais tarde revestiu o hábito de peregrino e consagrou sua vida a Deus.Jacinta reformou muitos conventos com cartas escritas às superioras relaxadas, admoestando-as dos castigos que as ameaçavam. Por sugestão sua a Duquesa de Farnese e de Savella fundou dois mosteiros de clarissas, um em Farnese, outro em Roma.Ela se preocupava com as almas que se extraviavam no pecado e para sua recuperação fundou duas confrarias: a Companhia dos Sacconi, para atendimento material dos enfermos e para ajudá-los a morrer bem; e a Congregação dos Oblatos de Maria para incentivar a piedade, fazer obras de caridade e fomentar o apostolado dos leigos.Como não tinha voto de clausura, Jacinta ia visitar os pobres, levando-lhes sempre o auxílio espiritual, além do material. Em seu grande apreço pela nobreza dava assistência especialmente aos nobres empobrecidos e envergonhados.Santa Jacinta de Marescotti entregou sua bela alma a Deus em 30 de janeiro de 1640. Foi canonizada em 1807 pelo Papa Pio VII. É festejada no dia de seu nascimento para o Céu.Fontes: Les Petits Bollandistes, Vies des Saints, d’après le Père Giry, Paris, Bloud et Barral, Libraires-Éditeurs, 1882, tomo II, pp. 348 a 356 ; Manuel de Castro, O.F.M., Santa Jacinta de Marescotti, in Santoral Franciscano.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Santa Ângela Merici, Fundadora - Festejada 27 de janeiro
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