domingo, 1 de setembro de 2013

Santas do mês de setembro

set 01  Santa Colomba, Eremita
set 01  Santa Verena de Zurzach
set 01  Santa Esperança, Religiosa  (1°. Domingo de setembro) 
set 01  Beata Joana Soderini de Florença, Serva de Maria
set 01  Beata Juliana de Collalto
set 01  Beatas Ma. Carmem/Ma. Amparo, Protom.das Filhas de Ma.Aux.
set 02  Santa Teodota e filhos Evódio, Hermógenes e Calista, Mártires
set 02  Santa Margarida de Louvain, virgem mártir
set 02  Beata Ingrid Elofsdotter da Suécia
set 03  Santa Basilissa de Nicomedia, Virgem e mártir
set 03  Santa Febe (Phoebe), Cooperadora de S. Paulo
set 03  Beata Brígida de Jesus Morello, Fundadora
set 04  Santa Cândida de Nápoles
set 04  Santa Ida de Herzfeld, Viúva
set 04  Santa Irmengarda (Irmingard) de Suchteln
set 04  Santa Rosália, Virgem, eremita de Palermo
set 04  Beata Catarina Mattei de Racconigi, Dominicana
set 04  Beata Maria de Sta. Cecília Romana (Ma. Dina Bélanger), Virgem
set 05  Beata Maria Madalena Starace, Fundadora
set 05  Beata Teresa de Calcutá, Fundadora
set 06  Santa Bega, Abadessa
set 06  Santa Consolada de Reggio Emilia, Mártir
set 06  Santa Eva, Mártir venerada em Dreux
set 06  Santa Impéria, Virgem
set 06  Santa Sciath, Virgem irlandesa 
set 07  Santa Caríssima de Albi
set 07  Santa Madelberta, Abadessa
set 07  Santa Regina de Alise, Virgem e mártir
set 07  Beata Ascensão de S. José Calazans, Virgem e mártir
set 07  Beata Eugênia Picco
set 07  Beata Maria Borbone de Amiens, Clarissa
set 08  Sts. Natália e Adriano, esposos, mártires
set 08  Beata Apolônia do Ss. Sacramento, Virgem e mártir
set 08  Beata Lúcia de Omura, Mártir japonesa
set 08  Beata Serafina Sforza, Clarissa
set 08  Beatas Josefa de S.João Deus/Ma. Dol. de Sta.Eulália, mártires
set 09  Beata Maria Eutímia Uffing
set 09  Beata Maria Toribia, Esposa de S. Isidoro o agricultor
set 09  Beatas Ma.da Ressur./ Ma.do Pilar/Clemência, Mercedárias
set 10  Santa Pulquéria, Imperatriz
set 10  Stas. Menodora/Metrodora/Ninfodora, Mártires na Bitínia
set 10  Beata Maria Tanaura, Mártir japonesa
set 10  Beata Maria X. Yochida, Esposa do Beato João, mártires
set 10  Beatos Madalena e Antônio Sanga, esposos e mártires
set 10  Beatos Maria e Paulo Tanaka, esposos, mártires
set 10  Beatos Tecla e Paulo Nangaichi, esposos e Paulo, filho, mártires
set 12  Beata Maria Luísa Prosperi, Beneditina
set 13  Beata Maria de Jesus (Lopez de Rivas), Religiosa
set 14  Santa Notburga de Eben, Doméstica
set 14  Santa Placidia (Ælia Flaccilla), Imperatriz
set 15  Santa Catarina Fieschi Adorno de Genova, Viúva
set 15  Serva de Deus Lavínia Sernardi
set 16  Santa Edite de Wilton, Abadessa
set 16  Santa Eufêmia de Calcedônia, Mártir
set 16  Santa Eufêmia de Orense, Mártir
set 16  Santa Eugênia de Hohenburg, Abadessa
set 16  Santa Inocência, Virgem e mártir
set 16  Santa Ludmila, Mártir da Boêmia
set 16  Santas Einbeta, Vorbeta e Vilbeta, Virgens
set 16  Beata Teresa Cejudo Redondo, Coop. salesiana, mártir
set 17  Santa Colomba de Córdoba, Mártir
set 17  Santa Hildegarda de Bingen, Virgem Mística, Dra. da Igreja
set 18  Santa Ariana (Ariadne) de Primnesso, Mártir
set 18  Santa Irene, Mártir
set 18  Santa Ricarda, Imperatriz
set 18  Santa Sofia, Mártir
set 19  Santa Emília Maria Guilhermina de Rodat
set 19  Santa Maria de Cervellón, Mercedária
set 19  Santa Pomposa de Córdoba, Mártir
set 19  Beata Francisca Cuallado Baixauli, Virgem e mártir
set 19  Beatas Elisabete, Bárbara, Antônia, Catarina, Mercedárias
set 19  Beatas Ma.de Jesus da I. Varo/Ma.Dol./Consolada, Mártires
set 20  Santa Cândida, Mártir em Cartagena
set 20  Santa Fausta de Narni, Mártir
set 20  Santa Susana de Eleuterópolis, Monja e mártir
set 20  Sts. Teopista, esposo e filhos, mártires
set 20  Beata Cândida de Como, Monja Agostiniana
set 20  Beata Maria Teresa de S. José, Fundadora
set 21  Santa Maura de Troyes, Virgem leiga
set 21  Beata Catarina Aliprandi de Asti, Clarissa
set 22  Santa Basília, Mártir
set 22  Santa Emérita, Mártir
set 22  Santa Ifigênia, colaboradora de S Mateus na Etiópia
set 22  Santa Salaberga, Abadessa
set 22  Beata Maria da Purificação Vidal Pastor, Virgem e mártir
set 22  Beata Josefa Moscardo Montalba, Virgem e mártir
set 23  Santa Isabel, Mãe de João Batista
set 23  Santa Tecla de Icônio, Mártir
set 23  Santa Ulpia Vitória, Mártir venerada em Chiusi
set 23  Beata Bernardina Maria Jablonska, Fundadora
set 23  Beata Emília Tavernier Gamelin
set 23  Beata Helena Dall’Olio, Viúva
set 23  Beata Sofia Ximenez Ximenez, Mãe de família, mártir
set 23  Beatas Purif. de S José e Ma. Josefa de Sta. Sofia, Mártires
set 24  Beata Colomba Gabriel (Joanna Matylda), Religiosa
set 24  Beata Encarnação Gil Valls, Virgem e mártir
set 25  Santas Aurélia e Neomisia
set 25  Sta. Ketevan, Rainha da Geórgia e mártir
set 25  Beata Beatriz de Castela, Rainha e mercedária
set 25  Beata Ermengarda, Cisterciense e fundadora
set 26  Santa Justina e Sts. Cipriano e Tectisto, Mártires
set 26  Santa Teresa (Maria Vitória) Couderc, Fundadora
set 26  Stas. Lúcia Kim/Catarina Yi/Madalena Cho, Mártires coreanas
set 26  Beata Crescência Valls Espi, Virgem e mártir
set 26  Beata Lúcia de Caltagirone, Virgem
set 26  Beata Maria da Natividade, Virgem mercedária
set 26  Beata Maria do Olvido Noguera Albelda, Virgem e mártir
set 26  Beata Maria Jorda Botella, Virgem e mártir
set 26  Beatas Maria do Refúgio e Maria do Calvário, Mártires
set 27  Santa Hiltrudes de Liessies, Virgem
set 27  Beata Clara da Ressurreição, Virgem mercedária
set 27  Beata Ermínia Martinez Amigo, Mãe de família, mártir
set 27  Beata Francisca Xavier Fenollosa Alcayna, Virgem e mártir
set 27  Beatas Ma.do Carmo/Rosa/Madalena Ferragutcasas, Mártires 
set 28  Santa Eustáquia, Virgem
set 28  Santa Lioba, Venerada em Fulda
set 28  Beata Amália Abad Casasempere, Mãe de família, mártir
set 29  Santa Greca, Virgem e mártir  (último domingo de setembro) 
set 29  Santas Ripsima, Gaiana e comp. Mártires da Armênia
set 30  Santa Eusébia, Virgem
set 30  Santa Sofia (Sonia), Mãe de família e mártir
set 30  Beata Felícia Meda, Religiosa

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Santa Margarida Ward, Mártir da Inglaterra - 30 de agosto

    
     Margarida Ward nasceu em Congleton, Cheshire, em torno de 1550, no seio de uma distinguidíssima família inglesa. Pouco se sabe de sua vida, somente que nos últimos anos viveu na casa da nobre senhora Whitall, da qual era dama de companhia.

     Margarida era católica, e soube que haviam prendido o sacerdote Guilherme Watson, que estava encarcerado e submetido a contínuos sofrimentos. Estava em curso a perseguição da sanguinária Isabel I contra os católicos, e a tortura era uma prática usual. Margarida decidiu visitá-lo repetidas vezes, para ajudá-lo e confortá-lo.
     Watson, que escreveu a obra conhecida como "Quodlibets", já tinha estado preso uma primeira vez, porém logo, em um momento de debilidade pelas torturas sofridas, tinha consentido participar do culto protestante, e por isso fora libertado. Porém amargamente arrependido desta ação, se retratou publicamente e declarou ser católico, e foi novamente preso e levado para a prisão de Bridewel.
     Depois de várias visitas, que suavizaram a vigilância do carcereiro, Margarida levou uma corda para poder escapar. Na hora fixada, o barqueiro que se havia comprometido a transportar o sacerdote rio abaixo, se negou a levar a cabo seu trabalho. Em sua angústia, Margarida confiou seu problema ao jovem John Roche (ou Neele), que se comprometeu a ajuda-la. Preparou um bote e trocou de roupa com Watson, que pode fugir. Porém a roupa traiu John Roche e a corda convenceu o carcereiro que Margarida Ward havia sido o instrumento da fuga do prisioneiro. Ambos foram detidos.
     O Venerável Robert Southwell escreveu ao Padre Acquaviva, S.J.:
"Foi açoitada e suspensa pelos punhos, só tocava o solo com as pontas dos dedos de seus pés, durante tanto tempo, que ficou inválida e paralisada, porém estes sofrimentos reforçaram em grande medida a gloriosa mártir em sua luta final".
     A dama não só confirmou plenamente tudo quanto tinha feito, como negou revelar onde o fugitivo estava escondido; não quis pedir perdão à rainha Isabel, nem aderir ao culto protestante, condições que lhe eram impostas para obter a liberdade. Ela estava convencida de que não havia ofendido a soberana, e considerava coisa absolutamente contrária à sua genuína fé católica o assistir às funções de um culto herético.
     Foi julgada e condenada à morte em Newgate por alta traição. Imolou sua vida pela fé católica que não quis abjurar, e caminhou para o patíbulo em Tyburn no dia 30 de agosto de 1588.
     Ricardo Leigh, sacerdote, e os leigos Eduardo Shelley, Ricardo Martin, ingleses, e John Roche, irlandês, e Ricardo Lloyd, galês, foram seus companheiros de martírio. O primeiro por ser sacerdote e os outros por terem dado hospitalidade a sacerdotes. Todos eles foram beatificados em 1929 pelo papa Pio XI, e Margarida foi canonizada em 25 de outubro de 1970 pelo papa Paulo VI entre os 25 mártires da Inglaterra e Gales.
 
Fontes: www.santiebeati.it; Burton, Edwin. "Santa Margarida Ward" Enciclopedia Católica. Vol. 15. N. York: Robert Appleton Company 1912. 4 de febrero 2010
Etimologia: Margarida = pérola, do grego e latim

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Santa Maria da Cruz (Joana Jugan), Fundadora - 29 de agosto

    
     Joana nasceu numa aldeia de Cancale, França, em 25 de outubro de 1792. Era a sexta de oito filhos de José e Maria Jugan. Seu pai era um pescador e morreu no mar quando ela tinha quatro anos; sua mãe cuidou sozinha desta grande família.

     Logo conheceu a pobreza e, com 16 anos, começou a trabalhar como empregada na cozinha dos Viscondes de la Choue para ajudar no sustento da família. A viscondessa era uma piedosa católica que Joana acompanhava em suas visitas aos doentes e aos pobres. Joana era sensível à miséria dos idosos que encontrava nas ruas, dividindo com eles seu salário, o pão e o tempo de que dispunha.
     Aos dezoito anos de idade recusou uma proposta matrimonial de um jovem marinheiro, sinalizando: “Deus me quer para Ele”. Aos vinte e cinco anos deixou sua cidade para ser enfermeira no Hospital Santo Estevão. Nesse meio tempo ingressou na Ordem Terceira fundada por São João Eudes.
     Ela trabalhava muito neste emprego, mas seis anos depois, em 1823, ela deixou o hospital e foi trabalhar como cuidadora de uma senhora de 72 anos de idade, a Srta. Francisca Aubert Lecog, mais como amiga do que enfermeira, onde ficou por doze anos.
     Em 1837, elas alugaram parte de uma pequena propriedade e a elas de juntou Virginia Tredaniel, uma órfã de 17 anos. Durante este período, as três mulheres formaram uma comunidade católica de oração e começaram a ensinar o catecismo para as crianças e a cuidar de pobres e outros necessitados, até o falecimento da Srta. Lecog.
     Joana trouxe uma viúva cega, Ana Chauvin, para viver com elas e inclusive permitiu que a mulher dormisse em sua cama. Este ato de caridade, aprovado por suas amigas, levou Joana a focar sua atenção na missão de assistência às mulheres idosas abandonadas.
     Sozinha Joana iniciou sua campanha junto à população para recolher auxílios, tarefa que cumprirá até a morte. Mas logo sensibilizou uma rica comerciante e com essa ajuda conseguiu comprar um antigo convento. Ele se tornou a casa mãe da nascente Congregação das Irmãzinhas dos Pobres, sob a assistência da Ordem Hospedeira de São João de Deus.
     Joana escreveu uma regra simples para esta nova instituição de mulheres; elas devem ir diariamente de porta em porta pedir alimento, roupas e dinheiro para as mulheres sob seus cuidados. Esta era a missão de Joana, e ela a desempenhou pelas próximas quatro décadas.
      Ao receber o hábito de religiosa, tomou o nome de Joana Maria da Cruz. Adotando o voto de hospitalidade, imprimiu sua própria vocação: “a doação como apostolado de caridade para com quem sofre por causa da idade, da pobreza, da solidão e outras dificuldades”.
    A Congregação rapidamente se estendeu por vários países da Europa. Em 1847, a pedido de Leo Dupont (conhecido como o Santo Homem de Tours), ela estabeleceu uma casa em Tours. Ela trabalhou com as autoridades religiosas e civis buscando ajuda para os pobres.
     Quando Joana Jugan morreu na França, em 29 de agosto de 1879, na casa mãe de Pern, França, as Irmãzinhas eram quase duas mil e quinhentas, com cento e setenta e sete casas em dez países. Ela foi sepultada naquela casa de Pern.
     Naquele ano, Leão XIII aprovou as Constituições da Congregação. Em setembro de 1885, a Congregação chegou à América do Sul e fez sua primeira fundação em Valparaiso, Chile, que logo foi destruída por um terremoto e reconstruída em Viña Del Mar. Hoje são quase duzentas casas em trinta e um países na Europa, América, África, Ásia e Oceania.
     Madre Joana Maria da Cruz, que “soube intuir as necessidades mais profundas dos anciãos e entregou sua vida à seu serviço”, foi beatificada em 3 de outubro de 1982 e canonizada em 11 de outubro de 2009.
     Hoje os peregrinos podem visitar a casa onde ela nasceu em Cancale, a Casa da Cruz em Saint-Servan, e a casa mãe onde ela viveu os últimos 23 anos de sua vida, em La Tour Saint Joseph, em Saint-Pern.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Santa Teresa de Jesus Jornet e Ibars, Fundadora - 26 de agosto

 
    Teresa nasceu na cidade de Aytona (Espanha), no dia 9 de janeiro de 1843, em uma família profundamente cristã, filha de Francisco Jornet e de Antonieta Ibars, agricultores. Desde cedo sentiu o chamado para a vida religiosa.

     Aconselhada por seu tio, o Beato Francisco Palau y Quer, carmelita descalço, estudou em Lérida, se formando professora e dava aula na cidade de Argensola. Com grande espírito de piedade, percorria 2 k a pé até Lérida para confessar-se.
     O Beato Palau havia pensado em Teresa como uma possível colaboradora de uma fundação que ele havia iniciado. Em 1862 Teresa de associou as Terceiras Carmelitas dirigidas pelo tio, tornando-se diretora da escola.
     Nos primeiros dias de julho de 1868, desejando maior perfeição, entrou no convento das Clarissas de Briviesca, perto de Burgos. Lá fez o seu postulantado e noviciado com grande alegria, esperando o dia tão sonhado de sua profissão religiosa. Quando já se preparava para emitir os seus votos, uma ordem do governo republicano proibiu a emissão de votos religiosos e Teresa não pode professar.
     Como os desígnios de Deus são outros, um dia surgiu no seu rosto uma ferida rebelde que alarma toda a comunidade; não sabendo se essa ferida era maligna, ou até contagiosa, por prudência a mandaram para casa para se tratar.
     Ela sentiu muito a partida do convento, sofreu muito em ver seu grande sonho desvanecer, mais seguiu adiante, confiando na Providência de Deus.
     Em junho de 1872, Teresa e sua mãe chegaram de passagem a Barbastro e encontram um amigo de seu tio, o Pe. Pedro Llacera, que era muito amigo do Pe. Saturnino López Novoa, que nessa época estava com planos de fundar uma congregação para o cuidado dos velhinhos pobres e desamparados. Pe. Pedro, conhecendo a vida e o espírito de Teresa, convidou-a a fazer parte dessa fundação que estava marcada para os primeiros dias de outubro.
     Teresa, vendo aí a mão de Deus, sem hesitar respondeu o seu sim, e nos primeiros dias de outubro, foi para Barbastro, não sozinha, mas com sua irmã, Maria Jornet, e uma amiga, Mercedes Calzada, frutos de seu apostolado de amor.
     No dia 27 de janeiro de 1873, juntamente com as outras 11 aspirantes, vestiu o hábito tendo se iniciado oficialmente a Congregação das Irmãzinhas dos Anciãos Desamparados.
     Foi nomeada Superiora Geral da nascente Congregação e, em 25 anos de mandato, fundou 103 casas e obteve a aprovação da Congregação pela Santa Sé, vivendo uma vida santa e exemplar para todas as suas Irmãs.
     Aos 54 anos, depois de uma longa e dolorosa enfermidade, morreu santamente na cidade de Liria, no dia 26 de agosto de 1897, deixando um rastro de santidade em toda a Congregação. Em 1904, seus despojos foram transladados de Liria para a Casa-mãe de Valência.
     O seu testamento espiritual foi esse: "Cuidem com interesse e esmero dos anciãos, tenham muita caridade e observem fielmente as Constituições, nisso está a nossa santificação".
     Foi beatificada pelo Papa Pio XII no dia 27 de abril de 1958, e canonizada por Paulo VI em 27 de janeiro de 1974, ano centenário da fundação da Congregação. É considerada a padroeira dos anciãos e dos pensionistas idosos. Sua festa é celebrada no dia 26 de agosto.