quinta-feira, 4 de julho de 2013

Santa Godelina, Esposa, mártir - 6 de julho

       Godelina nasceu em Hondeforte-lez-Boulogne, c. 1049 e morreu em Gistel, no dia 6 de julho de 1070. Era a mais nova dos três filhos de Hemfrid, Senhor de Wierre-Effroy, e sua esposa Ogina. Godelina desde criança praticava a piedade e os pobres afluíam à procura da jovem, cujo desejo de satisfazer as suas necessidades muitas vezes envolveu-a em dificuldades com o mordomo de seu pai e até mesmo com seu piedoso pai.    

     Aos dezoito anos, a fama de sua beleza e de suas qualidades admiráveis ​​tinham se espalhado por Artois e até mesmo em Flandres, e muitos pretendentes apresentaram-se, Entretanto, como a decisão fora deixada com Godelina, ela persistia na resolução de renunciar ao mundo pelo claustro. Um dos jovens nobres, Bertoldo de Gistel, decidido a casar-se com ela, invocou a influência do suserano de seu pai, Eustáquio II, Conde de Boulogne, e foi bem sucedido.
     Após o casamento, Bertoldo e sua esposa partiram para Gistel, onde, no entanto, Godelina encontrou na mãe de Bertoldo uma inimiga amarga e implacável que induziu o filho a abandonar a sua esposa no mesmo dia de sua chegada, e mandou emparedá-la em uma cela estreita, com alimentação apenas suficiente para sobreviver. Mesmo assim, a santa compartilhava o alimento com os pobres.
     Sob a influência da mãe, Bertoldo espalhara calúnias sobre sua esposa. Depois de algum tempo, Godelina conseguiu fugir para a casa de seu pai, que obteve do Bispo de Tournai e Soissons e do Conde de Flandres que ameaçassem Bertoldo com as condenações da Igreja e do Estado. Aparentemente arrependido, ele prometeu dar à sua esposa o tratamento adequado, mas após seu retorno a Gistel a perseguição se renovou de uma forma agravada.
     Após cerca de um ano, Bertoldo, mais uma vez fingindo tristeza, simulou uma reconciliação apenas para evitar a suspeita do crime do qual ele fora mediador. Durante sua ausência, dois dos seus servos, sob sua orientação, estrangularam Godelina, causando a impressão de que ela tinha morrido de morte natural.
     Bertoldo logo contraiu um segundo casamento, mas a filha que nasceu deste matrimônio era cega de nascença. A recuperação milagrosa de sua visão por meio da intercessão de Santa Godelina afetou de tal maneira seu pai, que, agora verdadeiramente convertido, viajou para Roma para obter a absolvição do seu crime, empreendeu uma peregrinação à Terra Santa, e, finalmente, entrou no Mosteiro de St-Winnok, em Bergues, onde expiou seus pecados numa vida de grande penitência.
     A seu pedido, sua filha ergueu em Gistel um mosteiro beneditino dedicado a Santa Godelina, onde ela ingressou como religiosa.
     Um monge da antiga abadia de São Winnok, em Bergues, escreveu a biografia de Godelina, a Vita Godeliph, uns dez anos depois de sua morte.
     Em 1084, o corpo de Godelina foi exumado pelo Bispo de Tournai e Noyon na presença de Gertrudes da Saxônia, esposa de Roberto I de Flandres, do abade de São Winnok e de numerosos clérigos. A devoção a Santa Godelina se espalhou a partir de então. Suas relíquias, reconhecidas em vários momentos pela autoridade eclesiástica, podem ser encontradas em várias cidades da Bélgica. Todos os anos, no domingo seguinte ao dia 5 de julho, a procissão de Santa Godelina acontece em Gistel.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Beata Eugênia Joubert, Religiosa - 2 de julho

    
     Filha de Pedro Joubert e Antônia Celle, ricos viticultores, nasceu no dia 11 de fevereiro de 1876 em Yssingeaux (Le Puy), na França, a quarta de oito filhos.

     Até aos 16 anos seguiu um longo percurso de educação civil e religiosa: estudou nas Irmãs Ursulinas de Monistral, onde também recebeu sua primeira comunhão em 1888; nas Irmãs de São José de sua cidade Yssingeaux e em 1889-1892, no Colégio de Santa Maria de Le Puy, conduzidas pelas Irmãs de Notre Dame.
     Em 1895, aos 19 anos, aconselhada pelo seu diretor espiritual, Padre Rubussier, sacerdote jesuíta, entrou no Instituto da Sagrada Família do Sagrado Coração, fundada por ele e pela Madre Maria Inácia Melin, Instituto destinado ao ensino da catequese, sobretudo aos mais pobres e mais abandonados.
     Eugênia fez o noviciado em Saint-Denis (1896), e sua profissão religiosa em 1897, dedicando-se completamente ao apostolado e ao ensino do catecismo aos meninos e meninas.
     Irmã Eugénia foi catequista de 1897 até 1901, nas próximas redondezas de Paris, primeiramente em Aubervilliers e depois em Saint-Denis, onde ela se ocupou igualmente das crianças dos bateleiros e dos feirantes que ali eram numerosos.
     Consolidou ali a sua missão pelo estudo aprofundado das verdades da fé, graças a São Tomás de Aquino e aos Padres da Igreja. Assim o desejava a Fundadora para as irmãs designadas para esta missão.
     A irmã Eugénia tinha uma vida de oração intensa, um amor muito especial à Santíssima Eucaristia, à Santíssima Virgem Maria. Estas disposições interiores vão exercer sobre as crianças uma particular influência, porque não tendo método pessoal, ela vive ao mesmo tempo o que ensina.
     Os testemunhos recolhidos para o processo de beatificação são unânimes sobre isso: “Ela atraía imediatamente as crianças graças à sua fé comunicativa, ela sabia interessá-las, tornar por assim dizer vivas as verdades que ela ensinava. Ela pedia à Virgem Maria para ajudá-la, e pedia às crianças que invocassem a Mãe do Céu para que Ela os ajudasse a compreender e a aprender as suas lições”.
     As crianças menos receptívas e mais atrasadas eram entregues à Irmã Eugênia. Ela possuía a arte de compreendê-las e de interessá-las pelos ensinamentos que recebiam; ela inculcava-lhes coragem e conseguia resultados magníficos que surpreendiam os seus Superiores. Eram também para ela as crianças mais turbulentas e as mais indisciplinadas. Ela conseguia acalmá-las, ganhando pouco a pouco a confiança delas pela sua doçura, pelo seu carinho e pelas suas preces a Maria, que ela invocava frequentemente.
     Muitas vezes dizia a estas crianças turbulentas e demasiado indisciplinadas: “Atenção, Deus vê-nos, Deus olha para nós!” Esta pequena mensagem tinha o dom de acalmá-las e de torná-las atentas aos ensinamentos.
     Irmã Eugênia tinha uma devoção particular ao Anjo da Guarda e por isso mesmo invocava os Anjos das Guarda das crianças que tinha a seu encargo, pedindo sua ajuda para o seu apostolado.
     E porque o fogo interior deve ser alimentado, Eugênia não fugia aos sacrifícios, oferecendo-os para o bom sucesso do seu apostolado. Contemporânea de Santa Teresinha do Menino Jesus e da Beata Isabel da Santíssima Trindade, como elas, Eugênia vivia o espírito da infância a “pequena via” ou “pequeno caminho”, a infância evangélica numa união cada vez mais íntima com a Santíssima Trindade.
     Habitada pelo ardor apostólico, ela conseguia comunicá-lo às crianças que tinha ao seu encargo. Um deles, verdadeiro chefe de bando, reuniu os seus camaradas da rua e, mostrando um crucifixo, bradou: “Quem o pregou na Cruz?” Ninguém respondeu. Continuando, o mesmo jovem disse, cheio de grande convicção: “Fomos nós, foram os nossos pecados”. Com mais força ainda, o mesmo jovem continuou: “Por isso mesmo, todos de joelhos”, e todos obedeceram.
     Mas tudo isto não é conseguido senão pela própria doação total e sincera. A Irmã Eugênia nunca recuava diante de uma dificuldade, qualquer que ela fosse, como nunca recuava diante da fadiga, algumas vezes fadiga até ao esgotamento; era preciso continuar, custe o que custar, a fazer com que Deus seja amado e adorado, nosso único Salvador e Senhor.
     Chamada para a Casa de Saint-Denis, ela não só se dá ali sem medidas na catequização dos jovens, como também continua a dispensar a sua ajuda às irmãs de Aubervilliers. Eugênia ensina quase sem parar durante todas as tardes. À noite a voz falta-lhe, mas nem por isso cessa de rezar em comum ou na sua cela: ela precisa deste alimento salutar, deste maná celeste que alimenta as almas e as torna fortes e enamoradas de Cristo.
     Aos 26 anos, em 1902, adoeceu gravemente; apesar disso, permaneceu em Roma por um ano, de abril de 1903 a maio de 1904. De retorno a Liége, a enfermidade a leva ao leito. Ela, que até ali não se tinha poupado, é agora obrigada a deixar o seu apostolado.
     Depois de muito sofrimento, alguém coloca diante dela uma estampa do Menino Jesus. Diante desta imagem Irmã Eugênia exclama por três vezes o nome de Jesus. O corpo daquela jovem de 28 anos parecia ter doze anos; um belo sorriso iluminou seu rosto. Irmã Eugênia, a “virgem prudente”, entregou a alma a Deus, seu divino Esposo, no dia 2 de julho de 1904, em Liége, Bélgica. “Rezarei por todas no céu!”, havia prometido às suas irmãs de hábito. Seu corpo repousa na capela das Irmãs de São Família do Sagrado Coração em Dinant.
     Foi beatificada em 20 de novembro de 1994.

Santas do mês de julho

jul 01  Santa Regina de Denain 
jul 01  Santa Ester, Rainha da Pérsia 
jul 02  Beata Eugênia Joubert, Religiosa
jul 02  Santa Monegunda, Venerada em Tours
jul 03  Beata Maria Ana Mogas Fontcuberta, Fundadora 
jul 04  Beata Catarina Jarrige, Dominicana 
jul 04  Beata Maria Crucifixa Curcio
jul 04  Santa Berta de Blangy, Abadessa 
jul 04  Santa Isabel de Portugal, Rainha  
jul 04  Santa Natália de Tolosa, Virgem mercedária
jul 05  Santa Cirila de Cirene, Mártir 
jul 05  Santa Febrônia, Venerada em Patti 
jul 05  Santa Filomena, Venerada em Sanseverino Marche 
jul 05  Santa Marta, Mãe de São Simão Estilita o Jovem 
jul 05  Santa Trifina, Mártir
jul 05  Santa Zoé de Roma († c 286)
jul 05  Santas Teresa Chen Jinxie e Rosa Chen Aixie, Mártires
jul 06  Beata Maria Rosa (Susana Ágata de Loye), Beneditina, mártir
jul 06  Beata Maria Teresa Ledochowska, Virgem
jul 06  Beata Nazária Inácia March Mesa, Religiosa, fundadora
jul 06  Santa Darerca (Monenna) de Killeavy, Abadessa
jul 06  Santa Domingas (Ciríaca) Venerada em Tropea
jul 06  Santa Maria Goretti, Virgem e mártir
jul 06  Santa Noela, Virgem e mártir
jul 06  Santa Sexburga, Rainha de Kent, abadessa 

jul 06  Santa Godelina
jul 07  Beata Beatriz d’Este, Rainha da Hungria
jul 07  Beata Ifigênia de S. Mateus de Gaillard de la Valdène, Mártir
jul 07  Beata Maria Romero Meneses
jul 07  Santa Etelburga (Edilburga) Abadessa
jul 07  Santa Maria Guo Lizhi, Mártir
jul 08  Santa Glicéria, Mártir da Eracleia
jul 08  Santa Landrada, Abadessa de Bilsen

jul 08  Santa Sunniva de Bergen ou da Noruega
jul 09  Beata Joana Scopelli, Virgem
jul 09  Beatas Melânia M.Madalena e Mariana M.dos Anjos, Mártires de Orange
jul 09  Santa Faustina, Mártir
jul 09  Santa Maria Adolfina (Ana Catarina Diercks) Franciscana, mártir na China
jul 09  Santa Maria Amandina (Paulina Jeuris) Franciscana, mártir na China
jul 09  Santa Maria Clara (Clélia Nanetti) Franciscana, mártir na China 
jul 09  Santa Maria da Paz (Mariana Juliani) Franciscana, mártir na China
jul 09  Santa Maria de São Justo (Ana Fca. Moreau) Franc., mártir na China   
jul 09  Santa Maria de Sta.Natália (Joana Maria Kerguin) Franc., mártir na China
jul 09  Santa Maria Ermelina de Jesus (Irma Grivot) Franciscana, mártir na China
jul 09  Beata Maria de Jesus Crucificado Petkovic Religiosa, Fundadora 
jul 09  Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus, Religiosa, fundadora 
jul 09  Santa Verônica Juliani, Virgem 
jul 09  Santas Floriana e Faustina, Mártires de Roma 
jul 10  Beatas Maria Gertrudes de Sta. Sofia e Inês de Jesus de Romillon, Mártires
jul 10  Santa Amalberga de Maubeuge, Viúva e monja
jul 10  Santa Amalberga, Virgem
jul 10  Santa Anatólia, Mártir 
jul 10  Santa Vitória, Mártir 
jul 10  Santas Rufina e Segunda, Mártires de Roma 
jul 11  Beatas Teotista do Ss. Sacramento e 3 comp. V e mártires Rev Francesa
jul 11  Santa Marciana de Cesárea de Mauritânia, Mártir 
jul 11  Santa Olga de Kiev, Grã-duquesa  
jul 11  Santas Ana An Xinzhi, Matia An Guozhi, Ana An Jiaozhi e Ma An Lihua
jul 12  Beatas Marta do Bom Anjo (Maria Cluse) e 3 comp. Virgens e mártires
jul 12  Santa Inês Le Thi Thanh (De) Mãe de família, mártir
jul 12  Santa Verônica 
jul 13  Beatas Madalena da Mãe de Deus Verchière e 5 comp. Mártires
jul 13  Santa Clélia Barbieri
jul 13  Santa Mirope de Chio, Mártir
jul 14  Beata Angelina de Montegiove, ou de Marsciano
jul 14  Santa Lupercila (ou segundo domingo de julho) 
jul 14  Santa Toscana, Viúva
jul 15  Beata Ana Maria Javohey, Fundadora
jul 15  Santa Valentina, Venerada em Nevers
jul 16  Beata Irmengarda de Chiemsee, Abadessa de Frauenwörth
jul 16  Beate Amada de Jesus de Gordon e 6 comp. Mártires
jul 16  Santa Elvira (Erlvira) de Ohren, Abadessa
jul 16  Santa Maria Madalena Postel, Religiosa
jul 16  Santa Reinildes, Virgem Mártir
jul 16  Santa Teresa Zhang Hezhi, Mártir
jul 17  Beata Constância de Aragão, Rainha
jul 17  Beatas Teresa de Sto.Agostinho e Comp., Mártires de Compiègne
jul 17  Santa Edviges (Jadwiga), Rainha da Polônia
jul 17  Santa Justa, Martir de Sevilha
jul 17  Santa Marcelina, Virgem
jul 17  Santa Rufina, Martir de Sevilha
jul 18  Beata Tarcísia (Olga) Mackiv, Virgem e mártir
jul 18  Santa Marina de Orense, Mártir
jul 18  Santa Sinforosa e sete filhos, Mártires
jul 18  Santa Teodósia de Constantinopla, Mártir
jul 19  Beata Stilla de Abenberg, Virgem
jul 19  Santa Áurea de Córdoba, Mártir
jul 19  Santa Macrina a Jovem, Monja
jul 19  Santos Elisabete Qin Bianzhi e Simão Qin Chunfu, Mártires

jul 20  Santa Ana Wang, Virgem e mártir chinesa
jul 20  Beata Francisca do S. Coração de Jesus, Mártir na Espanha
jul 20  Beata Rita Dolores Pujalte Sanchez, Imã, mártir na Espanha
jul 20  Santa Etelvina, Rainha 
jul 20  Santa Maria Fu Guilin, Mártir
jul 20  Santa Marina (Margarida) de Antioquia de Pisidia, Virgem e mártir
jul 20  Santa Rosa Wang-Hoei, Mártir na China
jul 20  Santas Maria Zhao Guozhi, Rosa Zhao e Maria Zhao, Mártires
jul 21  Santa Praxedes de Roma, Virgem e mártir
jul 22  Santa Maria Madalena (de Magdala)
jul 22  Santa Maria Wang Lizhi, Mártir
jul 23  Beata Joana de Orvieto, Dominicana
jul 23  Beata Margarida Maria Lopez de Maturana, Fundadora
jul 23  Santa Brígida da Suécia, Religiosa, fundadora
jul 24  Beata Cristina a Admirável
jul 24  Beata Ludovica de Savóia, Princesa, Clarissa
jul 24  Beata Maria dos Anjos de S. José, Carmelita, mártir
jul 24  Beata Maria Pilar de S. Francisco Borja, Carmelita, mártir
jul 24  Beata Mercedes do Sagrado Coração (Mercedes Prat Y Prat), Mártir
jul 24  Beata Teresa do Menino Jesus e de S. João da Cruz, Carmelita, mártir
jul 24  Santa Cristina de Bolsena, Mártir
jul 24  Santa Cunegundes (Kinga), Rainha da Polônia
jul 24  Santa Eufrásia, Eremita em Tebaida
jul 24  Santa Sigolena, Religiosa
jul 24  Santas Niceta e Aquilina, Mártires na Lícia
jul 25  Beata Carmem Sallés Barangueras, Fundadora
jul 25  Beata Maria Teresa do Menino Jesus Kowalska, Virgem e mártir
jul 25  Santa Glodesinda, Abadessa
jul 25  Santa Olimpíada, Viúva
jul 25  Santa Valentina, Martir
jul 26  Beata Camila Gentili de Rovellone
jul 26  Beata Sancha de Leon, Esposa, religiosa
jul 26  Beatas Maria Margarida de Sto. Agostinho Bonnet e 4 comp. Mártires
jul 26  Santa Ana, Mãe da Virgem Maria
jul 26  Santa Bartolomea Capitanio, Virgem
jul 27  Beata Lúcia Bufalari de Amélia
jul 27  Beata Maria Clemência de Jesus Crucificado, Virgem e mártir
jul 27  Beata Maria da Paixão (Maria Graça Tarallo) Religiosa
jul 27  Beata Maria Madalena Martinengo, Religiosa
jul 27  Santa Antusa de Onoriade Virgem, fundadora
jul 27  Santa Natália e companheiras Mártires de Córdoba
jul 28  Beata Clara (Sancha de Maiorca), Rainha da Sicília
jul 28  Santa Afonsa da Imaculada Conceição, Clarissa da Índia
jul 29  Santa Marta de Betânia
jul 29  Santa Serafina de Mamie, Virgem
jul 29  Santas Lucila, Flora, Eugênio e comp. Mártires
jul 30  Beata Maria Vicenta de Sta. Doroteia Chávez Orozco, Fundadora
jul 30  Santa Angelina, Princesa da Sérvia
jul 30  Santa Godeleva, Mártir
jul 30  Santa Julita de Cesareia, Mártir
jul 30  Santa Maria de Jesus Sacramentado (Venegas de la Torre) Fundadora
jul 30  Santas Donatila, Máxima e Segunda, Mártires na África 
jul 31  Beata Catarina de Lovain, Monja
jul 31  Beata Zdenka Cecília Schelingova, Mártir 
jul 31  Santa Helena (Elin) de Skövde