terça-feira, 26 de maio de 2015

Beata Maria Angélica Mastroti de Papasidero - 26 de maio

   
     Maria Angélica viveu em odor de santidade. Aos seis anos uma tuberculose imobilizou-a por 13 anos. Quando todos esperavam por seu fim iminente foi milagrosamente curada era 1870.
     O seu sofrimento entretanto não cessou: um cálculo na bexiga lhe causou um sofrimento indescritível até 1873, quando uma segunda intervenção sobrenatural a libertou do mal. Mas, o seu desejo de expiação a fez mortificar seu corpo fazendo uso de cilícios, camas de espinhos e longos jejuns.
     Sua vida ascética resultou em êxtases frequentes durante os quais conversava com Nossa Senhora e o Filho que a Virgem tinha nos braços. O envolvimento espiritual também teve consequências físicas. Com efeito, uma ferida se abriu espontaneamente no seu lado, de onde o sangue jorrava muitas vezes, e jamais foi curada.
     Em 1890, ela se mudou para Castelluccio Superiore para acompanhar seu sobrinho Nicolau que ia entrar para o sacerdócio; naquela cidade fatos prodigiosos continuaram a ocorrer, de modo que sua fama se espalhou por todos os povoados vizinhos.
     Maria Angélica morreu no dia 26 de maio de 1896 em Castelluccio. Seu túmulo ainda hoje é visitado por muitos fiéis.
     Não há um pronunciamento oficial de beatificação da Serva de Deus, mas a cidade de Castelluccio venera Maria Angélica como beata, dedicando a ela uma exposição e uma Missa no dia 26 de maio, com visita ao cemitério onde se encontra o seu túmulo. Também participam deste evento os peregrinos de Papasidero, local de nascimento da Beata.

Nenhum comentário:

Postar um comentário